A railgun tem este nome devido a sua configuração, que é o posicionamento paralelo de duas barras condutoras. Entre elas, um projétil com material condutor em contato com as barras, fecha uma corrente elétrica que gera uma força eletromagnética que o expulsa para a outra extremidade.
Ela possibilita disparos de mais de 3500m/s (mach10), onde disparos feitos por expansão de gases como os canhões tradicionais, alcançam no máximo 1500m/s (wikipedia).
Como referência, 1J acelera 1Kg a 1m/s.
A marinha americana testou com sucesso uma railgun que atingiu 32MJ, acelerando um projétil de 10.4Kg a 2.5km/s (mais que o suficiente para atravessar qualquer tanque moderno).
Os maiores desafios enfrentados hoje são o calor gerado e o desgaste dos trilhos, coisas que podemos dar como resolvidas na nossa ficção científica ao adotar materiais de alta tecnologia que merecem um capítulo a parte.
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