Super condutores são conseguidos com baixíssimas temperaturas, estando no espaço, isto não é difícil.
Podemos pensar então em railguns utilizando materiais supercondutores.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Protótipo de drone
Imaginei como poderia ser um drone de combate, então fui criando de acordo com as funcionalidades que lhe permitiriam cumprir uma missão.
A missão seria patrulhar, interceptar e neutralizar alvos a uma distância segura da nave mãe, para isso, ele teria que cumprir com os seguintes requisitos:
- Pequeno para caber nas docas de corvetas.
- Veloz e altamente manobrável para maximizar seu poder de interceptação e sobrevivência.
- Ser capaz de danificar outras naves e drones.
Com isto em mente, desenhei o seguinte protótipo:

- Módulo de sensores;
- Módulo de controle;
- Módulo de energia e propulsão;
- Ponto de montagem para armas num cone de 35 graus;
- Pontos laterais para armamentos diversos (Mísseis, torpedos, turrets pequenas);
- Alto coeficiente entre peso e propulsão, gerando mais de 10g em manobras, o ajuda a evitar fogo inimigo.
Eliminando o piloto, diminuímos peso, necessidade de módulos de sobrevivência e possibilidade de executar manobras que excedem 10g. Por outro lado, temos que nos esforçar ao máximo para a inteligência artificial ser a mais efetiva possível, blindar o drone contra invasões em seu sistema e manter contato frequente.
A missão seria patrulhar, interceptar e neutralizar alvos a uma distância segura da nave mãe, para isso, ele teria que cumprir com os seguintes requisitos:
- Pequeno para caber nas docas de corvetas.
- Veloz e altamente manobrável para maximizar seu poder de interceptação e sobrevivência.
- Ser capaz de danificar outras naves e drones.
Com isto em mente, desenhei o seguinte protótipo:

- Módulo de sensores;
- Módulo de controle;
- Módulo de energia e propulsão;
- Ponto de montagem para armas num cone de 35 graus;
- Pontos laterais para armamentos diversos (Mísseis, torpedos, turrets pequenas);
- Alto coeficiente entre peso e propulsão, gerando mais de 10g em manobras, o ajuda a evitar fogo inimigo.
Eliminando o piloto, diminuímos peso, necessidade de módulos de sobrevivência e possibilidade de executar manobras que excedem 10g. Por outro lado, temos que nos esforçar ao máximo para a inteligência artificial ser a mais efetiva possível, blindar o drone contra invasões em seu sistema e manter contato frequente.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Corveta classe Rocha

Corveta classe Rocha.
- Length: 100m
- Height: 14m
- Wide: 5m
- Weight: 1500ton
- Reactor: 1x Fusion Reactor, 2x Auxiliary Fision Reactors
- Propulsion: 2x Mass Drivers, 2x Ion Trusthers
- Impulse: 40ms² max 20ms² cruise
- Crew: 63 (3 officers)
- Radar: MP Radar (Multipurpose radar, navigation/tracking/communications)
- Consoles: STD Tactical Console / STD ECM/ECCM Console / Basic Drone Control Console
- 4x CIWS (Fast coilguns)
- 9x ASM (Anti-Ship Missile bays)
- 2x General purpose missile bays (capacity for 16 small missiles)
- 1x Drone/Shuttle dock bay (Capacity for 1 small drone and 1 shuttle)
Com isto podemos estabelecer uma base para novos designs e como parametrizá-los.
Post em progresso.
terça-feira, 22 de março de 2011
Escort Corvet
A pergunta foi: Qual seria a menor nave tripulada?
Não seria nenhum caça já que estamos imaginando que naves com este tamanho sejam pilotadas por computador, que suportam bem mais que 10g em manobras e teriam reflexos mais rápidos que humanos.
Se não é um caça, eu imagino que a próxima classe seja uma corveta, que justifica uma tripulação e tem capacidade de se defender de caças e ainda ser útil cumprindo algum objetivo.
A especificação básica para a nossa corveta é ter as seguintes capacidades:
- Suporte a tripulação
- Navegação e comunicação
- Pesquisa espacial
- Ataque a outras naves
- Defesa anti-mísseis
- Defesa anti-drones
- Doca para pelo menos 1 drone
- Ter no máximo 100m de comprimento e 2500 toneladas
Sua função seria de patrulha e escolta.
No próximo post, vamos tentar projetar uma corveta que atenda os requisitos.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Shield
Na maioria das ficções científicas, existe algum tipo de campo de força utilizado para defesa.
E hoje em dia, o que temos em propostas e teorias científicas que pode ser usado como para defesa como nas ficções?
O mais próximo que vi até o momento, foi abordado no post armadura, que é um dispositivo elétrico que cerca a armadura, que quando penetrada por um objeto, fecha o circuito despejando uma alta carga elétrica que vaporiza ou desestabiliza o projétil.
Porém eu considero isto mais uma tecnologia de armadura reativa do que um Shield tradicional.
Na minha concepção, um Shield seria como é mais ou menos a membrana de uma célula, que a envolve e seleciona o que entra e o que sai.
O mais próximo que se tem hoje, é uma nuvem de plasma de gás ionizado que é contida por uma campo magnético para fins de proteger os ocupantes da nave do vendo solar e de raios cósmicos.
Porém, isto não seria o suficiente para proteger contra ataques físicos ou raios super concentrados como na nossa ficção.
O que fazer então, deixar pra lá este conceito como em Battle Star Galatica ou apenas inventar que podemos criar um campo de força com uma energia X?
Para uma mecânica de jogo, shield traria mais uma camada de defesas e ataques especializados, mas também, não seria o fim do mundo abrir mão disto.
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